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13 de agosto é Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência

Em Cuiabá, a concentração será a partir das 14 horas, na Praça Alencastro

Publicado: 12 Agosto, 2019 - 07h27 | Última modificação: 12 Agosto, 2019 - 07h53

Escrito por: Silvia Marques, com informações da CUT Nacional 

Luci Mary
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Vai ser maior! Estudantes, professores e trabalhadores de diferentes categorias vão às Contra a Reforma da Previdência e em Defesa da Educação nesta terça-feira, dia 13 de agostoDia Nacional de Mobilização, Paralisações, Assembleias e Greves Contra a Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos.

Estão previstos atos em todos os estados do Brasil. Em Cuiabá, a concentração será a partir das 14 horas, na Praça Alencastro. Nesta terça-feira, 13 de agosto, os manifestantes tomaram as ruas centrais de Cuiabá.

A Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso (CUT) reforça a sua posição contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019 e cortes na educação, e se somar à mobilização da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e da UNE.

A decisão sobre as manifestações por todo país no Dia Nacional de Mobilização foi tomada no dia 15 de julho, em São Paulo, na reunião entre diretores das CUT’s nos Estados e dos Ramos. Os diretores e as diretoras das CUT’s nos Estados e nos Ramos definiram o dia 13 de agosto como mobilização nacional, mas estarão de olho e atentos na agenda do Congresso Nacional.

As manifestações são contra a reforma da Previdência que foi aprovada no último dia 7, por maioria na Câmara federal. Com as atuais regras, se o texto for aprovado pelo Senado, os trabalhadores não conseguirão se aposentar com dignidade depois de uma vida inteira de trabalho. E também, é direcionada ao Ministério da Educação (MEC), que bloqueou R$ 5,83 bilhões no orçamento de 2019. A suspensão de repasse atinge tanto o ensino básico quanto as universidades e institutos federais.

Para o presidente da CUT MT, João Luiz Dourado, barrar a reforma da previdência só será possível com a unidade da classe trabalhadora. "Só com muita luta unificada é que conseguiremos reverter os desmontes deste governo. É hora de unificar as forças em defesa dos direitos que estão sendo retirados e barrar esse retrocesso”, frisa.