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Bradesco lucra R$ 25,887 bilhões em 2019, alta de 20%

O Bradesco informou nesta quarta-feira (5) que teve lucro R$ 25,887 bilhões em 2019, um aumento de 20% em relação aos R$ 21,564 bilhões apurados no exercício de 2018

Publicado: 06 Fevereiro, 2020 - 17h24 | Última modificação: 06 Fevereiro, 2020 - 17h41

Escrito por: SEEB-MT

SEEB-MT
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O Bradesco informou nesta quarta-feira (5) que teve lucro R$ 25,887 bilhões em 2019, um aumento de 20% em relação aos R$ 21,564 bilhões apurados no exercício de 2018, segundo análise realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Só no quatro trimestre do ano o valor chegou a R$ 6,645 bilhões, uma alta de 14% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O retorno sobre o Patrimônio Líquido médio anualizado (ROE) ficou em 20,6%, com aumento de 1,6 pontos percentuais em doze meses. Segundo o banco, a alta se deve “ao crescimento da margem financeira, do resultado das operações de seguros, previdência e capitalização e das receitas de prestação de serviços”. No entanto, também houve grande impacto dos créditos tributários que resultaram numa receita de R$ 14,3 bilhões em 2019.
“Quando vemos o banco bater um recorde 20% maior do que no ano anterior, fica claro o compromisso dos funcionários. Por isso, retomamos a discussão da nossa minuta de reivindicação específica. Temos certeza de que o banco tem condições de atender nossos pedidos, como educação, melhorias no plano de saúde e prioridade com a garantia de emprego”, afirmou a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) Bradesco, Magaly Fagundes.
“A nossa maior preocupação é com o fechamento de mais de 400 agências. Como ficarão os trabalhadores, como serão as realocações. Nós vamos acompanhar esse processo para garantir o emprego de todos”, completou José Maria Guerra, dirigente do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb/MT), lembrando que foi anunciado o fechamento de 450 agências no país em 2020.
A holding encerrou 2019 com 97.329 empregados, com redução de 1.269 postos de trabalho em doze meses. No período, foram fechadas 139 agências.
Com informações da Contraf-CUT