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Sintep/MT convoca servidores da Educação para mobilização contra confisco salarial

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), por meio do presidente, Valdeir Pereira, convoca os/as trabalhadores/as da Educação do Vale do Rio Cuiabá e outros

Publicado: 09 Janeiro, 2020 - 12h31 | Última modificação: 09 Janeiro, 2020 - 14h46

Escrito por: Sintep/MT

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SINTEP/MT

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), por meio do presidente, Valdeir Pereira, convoca os/as trabalhadores/as da Educação do Vale do Rio Cuiabá e outros, que porventura estejam na Capital, para participarem das atividades desta quinta-feira (09.01) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a partir das 14 horas. O objetivo é impedir o confisco salarial, que ocorrerá caso o aumento da taxação previdenciária seja confirmado pelos deputados. A segunda votação, que ocorre hoje, se reafirmar os 14 votos favoráveis da sessão de ontem (08.01), fará com que os aposentados voltem a pagar a previdência mesmo sendo aposentados.

O aumento da alíquota previdenciária de 11% para 14% reduz mais uma vez os salários dos servidores públicos ativos, que já foram impactados com o calote na Revisão Geral Anual, de 2018 e 2019, e o não cumprimento da Lei 510/2013, que assegura o poder de compra dos salários dos profissionais da Educação estadual.

“Precisamos do maior número de servidores para conter mais esse golpe do governo Mauro Mendes e seus aliados na Assembleia Legislativa. Mais uma vez golpeia os direitos sociais de forma covarde, pelas costas, quando a maioria dos trabalhadores está em férias com as famílias, e impossibilitados de fazer o enfrentamento”, alerta Valdeir Pereira.

Para o secretário de redes municipais do Sintep/MT, Henrique Lopes, é preciso que os servidores de todo Mato Grosso fiquem alerta, pois a decisão estadual terá um efeito cascata nos municípios. “Em breve as prefeituras estarão implementando a mesma alíquota”, disse.

Conforme Lopes, o confisco promovido pelo governo Mauro Mendes, será de 3% na renda das famílias de servidores ativos e de 14 % na renda da maioria dos aposentados, que não contribuíam mais. “A contribuição só incidia sobre os servidores que excediam o limite do teto do INSS (5.839,00). Diante dessa realidade os mais prejudicados serão os trabalhadores da educação, pois historicamente são os que possuem os menores salários entre os servidores do executivo estadual”.

Assessoria/Sintep-MT